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domingo, 8 de junho de 2014

Almofadas de crochet,também do cesto dos começados...

Já há muito tempo que queria fazer uma almofada de crochet e colocar umas aplicações numa outra. As aplicações até estão prontas, mas o resto...Também este projeto estava no "cesto dos começados sem data prevista para para acabar".
Resolvi dar um passeio com o Sr Google à procura de ideias, eis o que encontrei:
(Por baixo indico os locais da internet de onde retirei as imagens.)
























Para já, a minha futura almofada está assim...
Vamos ver como (e quando!) sairá do cesto do começados!
Até breve!!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Tardo, mas não falho!!!

Pois é, tardo, mas não falho!
Tenho mil e um projetos em mente, muitos começados ao mesmo tempo e uma atividade profissional que me ocupa os dias e algumas noites, mas as coisas vão aparecendo.

Finalmente, dois anos e tal depois, a almofadinha de que falei aqui foi terminada!!!

 Na altura estava na dúvida entre fazer o interior creme ou vermelho, mas o facto de ter em casa este tecido creme ditou a escolha, saiu mesmo creme.

Esta almofada "faz pendant" com a mantinha de lã que a minha mãe fez com a minha bisavó e eu recuperei, como falei antes. Devo confessar que a Mamã também deu uma mãozinha na parte final das costuras...

Até breve!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

"E o vento soprou do Leste"

A minha amiga Teresinha ofereceu-me este livro...


Não conhecia, mas posso dizer que me "assentou que nem uma luva", pela formação do autor, pelo enquadramento inicial, pela área geográfica em que se desenvolve a ação...

"Este livro tem como tema central os dramas vividos por quatro gerações de uma família rural alentejana - os Campaniços. Os quais, no decorrer do século passado, devido a políticas agrícolas erradas e a governantes teóricos, foram vivendo em condições cada vez mais precárias. Desde as leis agrárias do século XIX e a campanha do trigo do século passado, até à reforma agrária de cariz colectivista depois de 1974, eles passaram de modestos agricultores a simples assalariados agrícolas ao a empregados da mina de S. Domingos. Todos sofreram com o desemprego e, muitos deles emigraram. O cenário destes dramas, escolhido e descrito, é o da Margem Esquerda do Guadiana, a nossa. Mas ele é representativo daquilo que aconteceu tanto no Alentejo como por todos os campos de Portugal." (Retirado de: http://www.fnac.pt/E-o-Vento-Soprou-de-Leste-J-A-Santos-Varela/a642367)

Nas páginas iniciais, tem este soneto de Florbela Espanca, retirado do seu  Livro de Mágoas:

Ainda estou no início, mas estou a gostar!

E porque a minha hortense está muito linda e eu estou muito contente com isso...

Até breve!!

sábado, 31 de maio de 2014

Gola nº5 pronta


Consegui terminar a Gola nº5
Usá-la agora só para o ano, mas é bom ver mais um trabalho terminado. Aos poucos, irá tudo sair do cesto "dos começados sem data prevista para acabar".
Ficou mesmo do tamanho que idealizei, para ficar apertada ao pescoço por cima dos casacos de inverno e dar para abrigar os ouvidos, se assim entender. 

Agora é guardá-la bem guardadinha e esperar a chegada do outono.
Até breve!

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Dias de 24h, infelizmente...

Já aqui manifestei várias vezes o meu descontentamento com o facto dos dias só terem 24 horas. Mas bom mesmo seria um oitavo dia por semana, que seria dedicado ao que nos fizesse felizes! Talvez nessa altura muitos trabalhos que tenho começados conseguissem ver a luz do dia. 
Mas enquanto isso não acontece, vou tentando organizar-me com os dias de 24 h e as semanas de 7 dias. Um dia desta semana cheguei a casa "com o nervoso miudinho" que só os trabalhos manuais conseguem acalmar. Antes de começar outro serão de trabalho deitei mãos à obra:


Um castiçal de ferro preto, que nesta casa foi castiçal pouco tempo e que agora deixou de ser preto...
Tem um frasco de vidro dentro, daqueles do grão ou feijão, e vive lá uma planta que cresce só em água. Está na lareira, que cada inverno fica mais queimada, juntamente com a gaiola das velas  e um pequeno castiçal, esse que é mesmo usado como tal.

 
E um vaso que foi cor de verga e agora está branquinho... 

Esta planta veio ao mundo para ser infeliz, tenho-a há 5 anos e não passa disto. Umas vezes mais feia, outras menos feia, mas sempre com um ar triste e pouco saudável. Já lhe fiz tudo o que me pareceu viável, já a tive em várias partes da casa,  mas nada resultou.

E enquanto o spray secava para eu poder colocar as coisas nos lugares que queria, bebi um cházinho e fui tirando umas fotografias aqui da Minha Casinha d'Aldeia:




 Sr Kiko agora aprendeu a fazer de gato vadio nos quintais da vizinhança e de vez em quando vem para casa com mazelas. Desta vez foi uma unha a menos na patinha da frente e uns arranhões na cara.

Há quem faça lindas mesinhas usando as paletes, aqui em casa servem mesmo para suporte destes vasos grandes e pesados. Está na lista dos projetos dar-lhe um ar mais bonitinho, só não sei é quando.

 E a minha hortense que, finalmente, floriu, depois de vários invernos em que faço "artimanhas" para que as geadas não a queimem e ao mesmo tempo possa apanhar solinho!

Fiquei feliz de observar estes pormenores da Minha Casinha e lá ganhei energia para um serão de trabalho!
Até breve!!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

351 páginas de Madrugada Suja em 24 horas!

Fiz outra maratona de leitura e consegui ler este livro de Miguel Sousa Tavares rapidamente!!

O autor usa uma linguagem sem floreados, mas que nos mantém agarrados à leitura de princípio ao fim.  Li algumas críticas que o consideravam menor que Equador e Rio das Flores e não sei se concordo, acho que não.

Não envolve a mesma contextualização histórica dos livros anteriores e os romances históricos são muito do meu agrado, por isso, na minha opinião, ficará aquém. Mas é um livro diferente, que não deixa de nos dar uma visão rápida do que foi a Reforma Agrária do pós 25 de Abril e a forma como o país viveu nas últimas décadas, entre subsídios da União Europeia mal geridos e o compadrio politico/económico. 

Encontrei frases no livro que era muito fácil imaginar o autor a dizê-las/escrevê-las sobre casos reais, quando faz comentários/artigos na comunicação social. Se tivéssemos que encontrar uma “moral da história”, esta estaria sem dúvida relacionada com o facto de os valores e o profissionalismo prevalecerem sobre a falta de honestidade comummente aceite.


Encontrei aqui uma entrevista do autor sobre o livro.
Deixo também a Sinopse que retirei daqui:

Sinopse
No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que vai perseguir os seus protagonistas durante anos. Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu. As circunstâncias do seu trabalho levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido. Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e em simultâneo o dos protagonistas daquela madrugada suja e daquela intriga política. Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.

Enfim, continuo a preferir o Rio das Flores, mas “Madrugada Suja” não é menor, é diferente.
E agora vou focar-me no (muito) trabalho que me espera, mas com mais vontade. 
Até breve!!

domingo, 27 de abril de 2014

Em modo "leitura compulsiva"

Os últimos tempos têm sido pouco dados às linhas ou aos pincéis e muito ocupados com as leituras. 
A "O Homem de Constantinopla" seguiu-se o "O Amor nos Tempos de Cólera", como falei  aqui. E foi com muita tristeza que vi morrer o autor do livro que eu estava a ler, Gabriel Garcia Marquez. Foi, de facto, um autor extraordinário que nos deixou um legado verdadeiramente magnifico!!

Fiz uma pesquisazinha básica no Sr Google e encontrei uma pequena síntese desta obra  neste blog

"Um romance de realismo fantástico que fala sobre um amor sem barreiras num cenário de uma pequena cidade do Caribe em fins do século XIX. O amor de dois jovens e suas cartas transbordando de emoção e lirismo são interrompidas pelos preconceitos e hipocrisias da sociedade da época. Florentino Ariza jura amor eterno a Fermina Daza e mesmo quando sua amada casa-se com Juvenal Urbino, sua jura persiste e espera 53 anos, 7 meses e 11 dias, quando seu rival morre, para ter seu amor em seus braços.

Florentino Ariza se relaciona com diversas mulheres, mas nunca se envolve com nenhuma, para conservar-se livre para o momento que poderá ter seu verdadeiro amor. 
Constrói fortuna, mas não para si, sempre pensando no dia que conquistará o coração de Fermina Daza.

Um incrível e irresistível romance que trata do amor, da velhice e da morte. O sentimento que persiste em todas as fases da vida, que mesmo que esteja destinado a morte, se mantêm acesso enquanto a energia vital persistir. Com seu maravilhoso talento e seu estilo próprio de narração que insere o leitor num emaranhado de histórias sem nenhum tipo de sistematização, Gabriel Gárcia Marquez fala sobre o um amor que desabrocha quando mais nada se espera da vida e por isso mesmo torna-se tão intenso." Retirado de http://bomlergarciamarquez.blogspot.pt/2007/05/resumo-amor-nos-tempos-de-clera.html

E a seguir ao "Amor nos tempos de Cólera" li, "Doze contos peregrinos":

Imagem retirada de: http://www.fnac.pt/Doze-Contos-Peregrinos-Gabriel-Garcia-Marquez/a175812
 
Neste blog encontrei uma descrição da obra com a aqual não podia estar mais de acordo! 
Todos os contos relatam a história de latino-americanos que vieram à/ para a Europa. O meu conto preferido foi o "Maria dos Prazeres", a forma como uma prostituta de 76 anos prepara ao pormenor os aspetos práticos da sua morte e a sua relação com o seu cão. 

E o Senhor que se segue será Miguel Sousa Tavares, com a sua "Madrugada Suja". 


Deste autor, já li "Equador" e "Rio das Flores". Gostei muito de ambos os livros, mas a história e a contextualização geográfica do segundo faz-me preferi-lo. Vamos ver o que acho do terceiro livro!

Até breve!!