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domingo, 25 de outubro de 2015

Cavanejo de Junco

Estes cestos, que aqui na minha zona se chamam CAVANEJOS, eram muito comuns antigamente. São feitos com junco, uma planta que cresce em algumas linhas de água, muita paciência e habilidade de mãos. Serviam para transportar e armazenar os mais diversos produtos e até para pôr as galinhas a chocar!

Este é herança do Maridito, era usado pelo Avô no carro da mula, para levar o piporro da água para o campo. Para ser fácil de prender aos varais do carro, tem as duas asas mais próximas e não em frente uma à outra, como é comum. Estava ali no sótão e, de vez em quando, sorria-me. Um dia não lhe resisti. 
O junco estava demasiado seco e o cesto tinha um ar triste. 

Pensei em várias alternativas para dar um ar mais interessante ao cavanejo. Achei que a melhor solução seria dar-lhe vaselina liquida. 

 Após várias camadas e algum tempo de espera, demasiado para o meu gosto, o cesto ganhou um ar novo. Os tempos de espera são muito importantes, porque a vaselina líquida é um produto muito gorduroso e há que lhe dar tempo para infiltrar no cesto e o ir hidratando a pouco e pouco.



 Agora uso-o para guardar os taleigos onde guardo os (demasiados!) trabalhos que tenho entre mãos.


Acho que o cavanejo merece bem esta segunda oportunidade, dada por esta neta emprestada, que lhe arranjou um uso muito diferente do anterior.

Até breve!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Mostarda e Coca-cola? Repete lá...


Mostarda e Coca-cola? Repete lá... Foram as palavras que pronunciei quando me disseram que esta mistura servia para tirar a ferrugem! 
Muito reticente, lá experimentei, afinal era coca-cola e mostarda que eu até tinha em casa. E não é que resulta? Pois é...

Na casa da minha mãe existe esta peça há mais de 30 anos, para ela tem um significado especial. É feita de uma espécie de latão a imitar cobre. E eu tenho com esta chaleira (ou lá que nome terá esta peça) uma relação de amor-ódio há muitos anos: se, por um lado, sempre gostei muito dos relevos e das partes de loiça pintada com motivos azuis, o seu tom acobreado com picos de ferrugem, irritava-me solenemente... Tentei que a Mãe me deixasse pintá-la de uma cor forte, mas não autorizou.



 Estava com este aspeto, quando me falaram do truque da mostarda com coca-cola e para esta operação já tive autorização. Deitei mãos à obra e a ferrugem foi desaparecendo...



A tampa foi a primeira parte que tratei...


A chaleira foi mais difícil, devido aos relevos...


As minha mãos e unhas foram verde fluorescente durante dois dias e o lava-loiça ficou encardido, só com lixívia é que consegui livrar-me da sujidade.


Mas o resultado final, na minha opinião, valeu a pena. 


Foi impossível recuperar algumas partes, já estavam completamente corroídas.


Fiquei feliz por me ensinarem esta estratégia simples que resultou bem e por ver "a peça" a reluzir na chaminé de lume da casa dos meus pais.

Até breve!!

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Reutilizar e Personalizar

A ordem aqui em casa ultimamente tem sido organizar, doar e reutilizar. 
Tenho aproveitado para organizar armários e gavetas, é incrível a quantidade de coisas que juntamos, sempre achando que vão fazer falta num futuro próximo que raramente chega.
De uma gaveta saíram dois saquinhos de pano cru, um trazia licores e o outro veio da farmácia, ambos com a respetiva publicidade. Resolvi personalizá-los. 

 Para um fiz um pequeno bordado em ponto cruz...

 Sr Kiko achou que era a hora adequada para uma soneca no colo da dona e nem o facto de eu me estar constantemente a mexer o afastou.

Eis o resultado final, simples mas muito mais interessante do que eram. No saquinho que tem a fita de cetim castanha escura para fechar, cosi um retângulo de tecido que embelezei com uma rendinha.

 No saquinho das alças apliquei o bordado das palavras "Believe, Imagine, Dream" e cosi uma rendinha estreita.


 Vão servir-me para levar o lanche para o trabalho ou para guardar pequenos trabalhos que tenha em mão, ou para ambas as coisas ou outra coisa qualquer, ainda não sei. Sei que me senti feliz ao dar-lhe esta cara nova e que, seja qual for a sua utilização, vão iluminar os meus dias. 

E esta "Peça" continuar a decorar o meu quintal...
 Descansadinha a cuidar do seu pêlo, enquanto eu tiro as fotografias a menos de um metro de distância.
Acho que está na hora de lhe arranjar um nome e começar a fazer-lhe festinhas, já que cuido das suas necessidades, está na hora de lhe começar a dar também algum carinho... Apetece-me chamar-lhe MIA, justamente porque ela raramente mia.

Até breve!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

O candeeiro, finalmente!!

Há mais de um ano, encontrei este garrafão no lixo.

Esteve uns tempos com uma orquídea artificial, depois foi arrumado na garagem e agora, finalmente, convenci o Maridito a fazer o furo e a ligação eléctrica.




Por baixo da andorinha tenho uma das "relíquias" de que falei aqui.


Estou feliz com o resultado,acho que a espera valeu a pena.
Até breve!!

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Espanta Espíritos de conchinhas

As férias foram boas enquanto duraram, mas acabaram! Das férias trouxemos boas memórias, algumas fotografias e muitas conchinhas.








E com as conchinhas fizemos um espanta espíritos. A minha parte foi ordená-las primeiro e enfiar-lhe o fio no final, Maridito ficou com a parte difícil, que foi fazer os furos nas conchas.




Enquanto nós estivemos a fazer o nosso espanta espíritos de conchinhas, alguém que já tinha saudades nossas esteve, literalmente, colado a nós!


E o resultado final...



É muito bom ir de férias, mas também é regressar a casa e ouvir o barulhinho das conchas a bater umas nas outras aqui na tranquilidade do meu quintal.
Até breve!!

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cestas de palhinha

Depois de fazer as duas cestinhas anteriores, lembrei-me que tinha esta verde, comprada na praia há uns 10 anos! E a minha amiga deu-me a das asas vermelhas, que há tempos veio com uma revista.

Então foi "pôr mãos à obra":

 Cosi uns pompons à volta que, além de decorativos, serviram para reforçar as asas que já estão a ficar deterioradas. Fiz uns corações de crochet, que também cosi à cesta.

 Esta cesta foi usada durante muito tempo com novelos de lã e linha, tornou-se redonda. Decidi coser um botão e uma correntinha de malhinhas de cordão para fazer esta espécie de fecho, na esperança de ver se a cesta retoma a sua forma original.


A cestinha que a minha amiga me deu ficou assim:
 Usei os mesmos pompons da anterior e apliquei um naperon de crochet...

Para aplicar o naperon na cesta, colei-o primeiro com cola braca. Só depois de estar firme é que cosi,  pois antes de colar, o naperon estava sempre a desviar-se do lugar que eu queria. A cola branca fica transparente depois de secar e, caso comece a descolar-se com o uso, também não há problema porque  já esta bem cosido.

E este verão irei, feliz, à praia e às compras de cestas velhas com cara nova!
Até breve!!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Cestas de Praia

Estas cestas de praia já haviam tido dias mais felizes... Eram velhas e muito usadas, muitos dias de praia, alguns de piscina, grande parte do ano guardadas no sótão... a branca minha e a de palhinha da minha amiga.
Ela pediu-me para dar um up na dela e a minha foi por arrasto. E não vamos ficar por aqui, mais cestinhas vão ser reinauguradas com mais charme do que alguma vez tiveram. Mas concentremos-nos nestas duas.
 Nesta da minha amiga foi só aplicar este galão. Bem que tentei convencê-la a aplicar uns corações em crochet, também cremes, mas não a convenci. "Eu gosto assim, não vale a pena estares a ter mais trabalho", foi a resposta que me deu. Protesto!!!

A minha está um bocadinho mais "composta":

Fiz uma tira em "pauzinhos" ou pontos altos ou lá como se chamam e sete enfeites triangulares que nem sei bem como lhe chamar...


(Este é o livro que ando a ler, Ema, da escritora Jane Austen.)

Primeiro cosi a tira à cesta...

E depois os triângulos à tira...
 E o resultado final agradou-me bastante! 


A Senhora Cesta que se segue será esta:

Até breve!!