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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O que se tem feito por aqui...

Além de aproveitar os últimos dias que deram para ir à praia, por aqui têm-se feito pequenas "artesanices":

Terminei os quadrados solidários para o projeto da Manta pelos Direitos dos Idosos, do qual já falei aqui e aqui.

Aqui estão eles, já devidamente empacotados e preparados para ir mandar pelo correio! Conseguimos aproximadamente 60 quadrados, em duas fases. Não foi muito, face ao que muitas pessoas e instituições têm enviado, mas foi com carinho.

Terminei outro babete, ainda dos que as amigas da minha mãe fizeram para eu bordar em ponto cruz para a Maria Clara...





 Adoro estes livros que lhe comprei, são histórias e ilustrações da autoria de Beatrix Potter, uma senhora que viveu à frente do seu tempo e nos deixou um legado fantástico de histórias infantis, com uma perspetiva ambientalista rara, muito antes destes temas fazerem parte do quotidiano. A Maria Clara também parece gostar, fica ao colo a mexer nas folhas e muito atenta aos desenhos, sons e texturas, vamos ver se também gostará de ler quando tiver idade, assim o espero!



Fiz um pequeno bordado para identificar o bibe de uma amiguinha pequenina, que vai este ano pela primeira vez para o pré-escolar.



E comecei dois trabalhos já a pensar no frio que aí vem...
Um casaco para a Maria Clara, que já vai na segunda tentativa, e se correr bem desta, palpita-me que vai ser o primeiro de vários...


 E uma touquinha também para a Princesa, porque a minha irmã não gosta nada de a ver de gorro e eu resolvi experimentar este modelo, que estou a "magicar" com base no gorro de um casaco, mas que resolvi começar ao contrário do que vi... 



E projetos? Muitos... já também a pensar no Natal.
Até breve!!

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Cestas de Praia

Estas cestas de praia já haviam tido dias mais felizes... Eram velhas e muito usadas, muitos dias de praia, alguns de piscina, grande parte do ano guardadas no sótão... a branca minha e a de palhinha da minha amiga.
Ela pediu-me para dar um up na dela e a minha foi por arrasto. E não vamos ficar por aqui, mais cestinhas vão ser reinauguradas com mais charme do que alguma vez tiveram. Mas concentremos-nos nestas duas.
 Nesta da minha amiga foi só aplicar este galão. Bem que tentei convencê-la a aplicar uns corações em crochet, também cremes, mas não a convenci. "Eu gosto assim, não vale a pena estares a ter mais trabalho", foi a resposta que me deu. Protesto!!!

A minha está um bocadinho mais "composta":

Fiz uma tira em "pauzinhos" ou pontos altos ou lá como se chamam e sete enfeites triangulares que nem sei bem como lhe chamar...


(Este é o livro que ando a ler, Ema, da escritora Jane Austen.)

Primeiro cosi a tira à cesta...

E depois os triângulos à tira...
 E o resultado final agradou-me bastante! 


A Senhora Cesta que se segue será esta:

Até breve!!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Aniversário da mamã e as suas costurices

Hoje a minha mãe faz 59 anos!
Tal como já fiz anteriormente, resolvi mostrar algumas coisas feitas por ela no dia do seu aniversário. Não é que noutros dias os trabalhos dela não apareçam aqui no blog de vez em quando.
Desta vez, mostro uns saquinhos que fez para presentearmos uma amiga minha que vai ter uma filhinha na mesma altura que vai nascer a minha sobrinha. Segundo uma outra minha amiga, estes saquinhos simples dão muito jeito na hora de arrumar as coisinhas dos bebés, pois organizam-se as mudas completas e na hora em que são precisos, está lá tudo, sem stresses nem esquecimentos.

Pormenor de um dos saquinhos...


 Quando não são precisos, dobram-se e ocupam pouco espaço numa qualquer gaveta!


E este foi o meu presente de aniversário:



Que ofereci embrulhado desta forma, num pedaço de tecido e com uma fitinha de cetim que ela pode usar para fazer um dos 105 trabalhos que constam no livro.


Não foi propriamente barato, e os trabalhos que a autora apresenta não são propriamente inovadores, nada que não se encontre por essa internet fora. Mas os PAP são muito bem explicados, os esquemas/moldes têm todas as medidas, as fotografias ilustram tudo muito bem e a minha mãe não é propriamente uma cidadã cibernauta, por isso achei que era perfeito para ela.

Até breve!!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Livro "Curso de Crochê em 25 lições"

No fim-de-semana comprei este  livro:

É da autoria de Marion Madel, uma professora de design de moda em Paris e reconhecida desenhadora de crochê e bordados. As imagens e o arranjo gráfico do livro são absolutamente adoráveis.. 

O livro apresenta 25 projetos de crochê, que vão desde golas e cachecóis de vários tipos e tamanhos, malas, blusas, bolsas, gorros, uma boina, um xaile,  um colar, um chapéu, umas luvas de cozinha, umas pantufas, jaquetas ( a 1ª é espetacular!!!), rosetas/flores diferentes e com vários usos,  etc.

Cada projeto implica aaprendizagem e posterior utilização de pontos distintos e o grau de dificuldade é crescente. 

Além dos projetos em si, o livro elucida-nos sobre aspetos práticos: 
  • tipos de fio;
  • agulhas mais adequadas para cada situação;
  • a correspondência entre os tamanhos das agulhas que usamos normalmente (Sistema métrico) e a numeração anglo-saxónica;
  • abreviaturas e símbolos dos pontos, acompanhados de uma descrição de como os realizar;
  • como diminuir e aumentar;
  • etc.
Os projetos têm uns PAP simples e bem ilustrados com fotografias. Estou ansiosa por começar a manuseá-lo com as agulhas e os novelos de lã ao lado. Mas, para já, tenho outros trabalhos em mãos, que pretendo mostrar em breve.


Além deste livro, ofereceram-me um outro, de autoria de Madalena Villalobos, chamado "Dicas para tudo e mais alguma coisa", do qual também gostei muito!!

Até breve!!


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Trovoadas, leituras e crochet

Aqui pela Minha Aldeia e região envolvente, as trovoadas têm aparecido diariamente. Aproveitei essas tardes para continuar as leituras e fazer um miminho para a minha mesa de trabalho. Voltei a ler José Eduardo Agualusa, desta vez o livro "As Mulheres do Meu Pai".
Deixo aqui uma ideia daquilo que é o livro:

"As Mulheres do Meu Pai" é um romance sobre mulheres, música e magia. Nestas páginas anuncia-se o renascimento de África, continente afectado por problemas terríveis, mas abençoado pelo talento da música, o sempre renovado vigor das mulheres e o secreto poder de deuses muito antigos. Faustino Manso, famoso compositor angolano, deixou ao morrer sete viúvas e dezoito filhos. A filha mais nova, Laurentina, realizadora de cinema tenta reconstruir a atribulada vida do falecido músico.Em "As Mulheres do Meu Pai", realidade e ficção correm lado a lado, a primeira alimentando a segunda. Nos territórios que José Eduardo Agualusa atravessa, porém, a ficção participa da realidade. As quatro personagens do romance que o autor escreve, enquanto viaja, vão com ele de Luanda, capital de Angola, até Benguela e Namibe. Cruzam as areias da Namíbia e as suas povoações-fantasma, alcançando finalmente Cape Town, na África do Sul. Continuam depois, rumo a Maputo, e de Maputo a Quelimane, junto ao rio dos Bons Sinais, e dali até à ilha de Moçambique. Percorrem, nesta deriva, paisagens que fazem fronteira com o sonho, e das quais emergem, aqui e ali, as mais estranhas personagens." Extraído de: http://www.fnac.pt/As-Mulheres-do-Meu-Pai-Jose-Eduardo-Agualusa/a181704

Quanto ao que chamei de miminho para a mesa de trabalho, trata-se de uma lata de leite condensado que ganhou um fato de lã.


Decidi começar a dar destino aos inúmeros restos de lã que já abundam aqui pela Minha Casinha d'Aldeia. E, mesmo assim, estou sempre a precisar de ir compara lãs... Tenho dois trabalhos por terminar porque se acabou uma determinada lã!

Ao lado da latinha das canetas tenho um castiçal com um passarinho que comprei nos saldos do Espaço Casa. Sou incapaz de ir a esse tipo de loja e não trazer sempre qualquer coisinha...

Agora a mesa à qual passo muitas horas sentada,está assim:

O candeeiro de ferro preto está à espera de um upgrade no abat-jour, que está partido. Não sei bem o que lhe fazer, porque é uma luz que preciso para trabalhar e não me serve qualquer coisa. Uma solução simples e económica seria, por exemplo, forrá-lo com tecido, mas não pode ser porque me tapa muita luz. 

Até breve!!



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Continuo a ler, parte III

As férias já foram, mas os últimos dias ainda deram para avançar a lista dos livros que gostaria de ler brevemente:


E a mantinha de lã também avançou nos serões mais frescos:

Até breve!!

domingo, 17 de agosto de 2014

Leituras quase em dia - continuação

Nos últimos dias consegui dar um avanço na minha lista de livros "a ler proximamente":

José Eduardo Agualusa - O Vendedor de Passados
Sinopse
"Félix Ventura. Assegure aos seus filhos um passado melhor". É a partir deste cartão-de-visita que se desenrolam os capítulos de "O Vendedor de Passados", novo romance de José Eduardo Agualusa. A mentira e a verdade, o(s) homem(s) e o(s) seu(s) duplo(s), a memória e a memória da memória, a ficção e a realidade. Angola ("é importante ironizar com a sociedade angolana, que é uma sociedade que se construiu e se continua a construir assente em muitas ficções" - o autor ao Público, 19/06/04). Tudo poderia acontecer. Tudo poderia ter acontecido. (Susana Moreira Marques, Público, Mil Folhas: "A determinada altura a osga recorda a mãe num momento da sua vida passada: 'Nos livros está tudo o que existe, muitas vezes em cores mais autênticas, e sem a dor verídica de tudo o que realmente existe. Entre a vida e os livros, meu filho, escolhe os livros'(p. 122). José Eduardo Agualusa provavelmente escolhe a vida.") Isto é: os livros?
Críticas de imprensa
"O que aqui temos (lemos) é um belo livro, despojado de intencionalidades dirigidas, demonstrando a eficácia de uma tal opção. Encontrar uma boa metáfora para dizer a vida é uma felicidade; envolvê-la com uma narrativa límpida e despretensiosa, um alegria; suspender até ao limite do narrado um desfecho, uma glória. Entregá-lo assim, feiro, a um público leitor, uma simpatia."
Dórias Graça Dias, Expresso, Actual


"O último livro de José Eduardo Agualusa é um retrato irónico da sociedade angolana, é sobre 'o que é a verdade e o que é a mentira', como explica o autor, é sobre a memória, essa entidade mutável, e literatura, também numa homenagem a Jorge Luis Borges. Mas, mais importante que a história ou as histórias que contém, o livro está cheio desses momentos que nos fazem levantar os olhos das páginas antes de continuar. São essas as ideias que ficam retidas no leitor."
Susana Moreira Marques, Público, Mil Folhas.
(Retirado de: http://www.wook.pt/ficha/o-vendedor-de-passados/a/id/13927520)

Gabriel Garcia Marquez - Crónica de uma morte anunciada

Sinopse
Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.

Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada.

A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor.
(Retirado de http://www.wook.pt/ficha/cronica-de-uma-morte-anunciada/a/id/71010)

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Leituras quase em dia!

Tenho aproveitado estes dias em que o volume de trabalho diminui para pôr as leituras em dia, se é que isso alguma vez é possível.
1ª Leitura: 


"O amor entre uma mãe e uma filha pode ser vivido e sentido de diferentes formas. Pode ser um amor incondicional. Um amor abnegado. Um amor cúmplice, baseado na mais profunda amizade. Um amor temeroso ou respeitador. Castrador ou potenciador. Foi na procura destas diferentes formas de amor que Fátima Lopes enveredou pela História, para descobrir estas Mães e Filhas. Catarina de Bragança foi Rainha de Inglaterra, mas sempre viveu na sombra da sua poderosa e demasiado exigente mãe Luísa de Gusmão. Beatriz será um peão nas mãos da sua mãe Leonor Teles cuja principal lição que deixou à filha foi que se deve conquistar o poder, sem olhar a meios. D. Maria II assistiu ao sofrimento da sua adorada mãe, maltratada pelo marido e jurou a si própria não seguir o seu exemplo. Seria uma mulher independente e teria um casamento feliz e respeitoso. D. Mariana Raimunda e a Marquesa de Távora partilhavam uma fé profunda, mas nem esta as livrou, a elas e aos seus, do terrível destino que tiveram. Catarina de Áustria é Rainha de Portugal, mulher de poder, austera, que nunca esqueceu os terríveis anos de cativeiro vividos ao lado da sua mãe, Joana a Louca, no Mosteiro de Tordesilhas. Filipa de Lencastre, mãe da Ínclita Geração, fez questão de educar os filhos na fé e em valores fortes. Isabel sua filha irá honrar a sua memória ao se tornar na distinta Duquesa de Borgonha. Sissi, Imperatriz da Áustria e da Hungria viu os seus filhos serem afastados de si por uma sogra controladora. Apenas a última filha Maria Valéria viveu a seu lado e tornou-se na sua verdadeira obsessão. A história da czarina da Rússia Alexandra e da sua filha Anastasia é marcada pela tragédia. Já Maria Antonieta confessava em surdina o medo que sentia da sua mãe a imperatriz Maria Teresa. Para Catarina de Médicis os filhos eram armas para atingir os seus objectivos. Margarida a sua filha aprende bem a lição e ela própria não hesita em colocar o seu corpo ao serviço da política. Depois dos seus anteriores bestsellers, a autora e apresentadora de televisão Fátima Lopes regressa à escrita de forma surpreendente. Uma visita à História, que nos permite ficar a conhecer cada uma destas mulheres, no seu papel menos conhecido e explorado, o de mães e filhas. Um relato emotivo e intimista de uma autora que reconhece sem dúvidas que o seu maior papel nesta vida é ser mãe." Retirado de:  http://www.fnac.pt/Maes-e-Filhas-com-Historia-Fatima-Lopes

2ª leitura:


"Sinopse
Nesta sua surpreendente obra de estreia, Isabel Allende constrói um universo repleto de espíritos, de personagens multifacetadas e humanas, entre elas Esteban Trueba, o patriarca, que vive obcecado pela terra e pela paixão absoluta pela esposa, que ele sente sempre para lá do seu alcance.
Clara é a matriarca esquiva e misteriosa, dotada de poderes sobrenaturais, que prediz as tragédias da família e estabelece o destino da casa e dos Trueba. Blanca, a sua filha suave e rebelde, nutre um amor pelo filho do capataz do seu pai, o que provoca o desprezo de Esteban, mesmo quando deste amor nasce a neta que ele adora: Alba, uma beleza luminosa e uma mulher ardente e voluntariosa.
As paixões da familia Trueba, as suas lutas e segredos desenvolvem-se ao longo de três gerações e de um século de violentas mudanças. Num contexto de revolução e contrarrevolução, a autora dá vida a uma família unida por laços de amor e ódio mais complexos e duradouros que as lealdades políticas que a poderiam separar. " Retirado de: http://www.wook.pt/ficha/a-casa-dos-espiritos/a/id/14591464

Leitura atual:


"Sinopse
Um passado que a perseguia. Um futuro ainda por construir. E um caderno para escrever toda uma vida.
Sou Maya Vidal, dezanove anos, sexo feminino, solteira, sem namorado por falta de oportunidade e não por esquisitice, nascida em Berkeley, Califórnia, com passaporte americano, temporariamente refugiada numa ilha no sul do mundo. Chamaram-me Maya porque a minha Nini adora a Índia e não ocorreu outro nome aos meus pais, embora tenham tido nove meses para pensar no assunto. Em hindi, Maya significa feitiço, ilusão, sonho, o que não tem nada a ver com o meu carácter. Átila teria sido mais apropriado, pois onde ponho o pé a erva não volta a crescer.

Críticas:
Se Salvador Allende defendeu o Chile com a vida, Isabel Allende, sua sobrinha, defende-o até hoje com as suas palavras. (
Joana Emídio Marques, Diário de Notícias)

No estilo único de Isabel Allende, este é um livro sobre como o regresso ao passado e a redescoberta de nós próprios podem ser a nossa única salvação. (
Ana Daniela Soares, Antena 1)

O Caderno de Maya marca o regresso da aclamada escritora e não pode deixar de ser devorado página a página. (
Destak)

No novo livro aborda mais um drama a que a sua família não escapou: desta vez, a viagem é ao mundo da droga. (
Nova Gente)

Um livro para pôr os pés na terra e voar com a imaginação. (
Fnac.es)

Ninguém conta histórias sobre mulheres fortes de um modo tão apaixonante como Isabel Allende.(
Cosmopolitan)

Instantaneamente sedutora, luxuosamente sensual e descaradamente romântica. (
Chicago Sun-Times)




Na fila de espera:

"Sinopse
Indiana e Amanda Jackson sempre se apoiaram uma à outra. No entanto, mãe e filha não poderiam ser mais diferentes. Indiana, uma bela terapeuta holística, valoriza a bondade e a liberdade de espírito. Há muito divorciada do pai de Amanda, resiste a comprometer-se em definitivo com qualquer um dos homens que a deseja: Alan, membro de uma família da elite de São Francisco, e Ryan, um enigmático ex-navy seal marcado pelos horrores da guerra.

Enquanto a mãe vê sempre o melhor nas pessoas, Amanda sente-se fascinada pelo lado obscuro da natureza humana. Brilhante e introvertida, a jovem é uma investigadora nata, viciada em livros policiais e em Ripper, um jogo de mistério online em que ela participa com outros adolescentes espalhados pelo mundo e com o avô, com quem mantém uma relação de estreita cumplicidade.

Quando uma série de crimes ocorre em São Francisco, os membros de Ripper encontram terreno para saírem das investigações virtuais, descobrindo, bem antes da polícia, a existência de uma ligação entre os crimes. No momento em que Indiana desaparece, o caso torna-se pessoal, e Amanda tentará deslindar o mistério antes que seja demasiado tarde.
" Retirado de: http://www.wook.pt/ficha/o-jogo-de-ripper/a/id/15172909

Até breve!!!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

"E o vento soprou do Leste"

A minha amiga Teresinha ofereceu-me este livro...


Não conhecia, mas posso dizer que me "assentou que nem uma luva", pela formação do autor, pelo enquadramento inicial, pela área geográfica em que se desenvolve a ação...

"Este livro tem como tema central os dramas vividos por quatro gerações de uma família rural alentejana - os Campaniços. Os quais, no decorrer do século passado, devido a políticas agrícolas erradas e a governantes teóricos, foram vivendo em condições cada vez mais precárias. Desde as leis agrárias do século XIX e a campanha do trigo do século passado, até à reforma agrária de cariz colectivista depois de 1974, eles passaram de modestos agricultores a simples assalariados agrícolas ao a empregados da mina de S. Domingos. Todos sofreram com o desemprego e, muitos deles emigraram. O cenário destes dramas, escolhido e descrito, é o da Margem Esquerda do Guadiana, a nossa. Mas ele é representativo daquilo que aconteceu tanto no Alentejo como por todos os campos de Portugal." (Retirado de: http://www.fnac.pt/E-o-Vento-Soprou-de-Leste-J-A-Santos-Varela/a642367)

Nas páginas iniciais, tem este soneto de Florbela Espanca, retirado do seu  Livro de Mágoas:

Ainda estou no início, mas estou a gostar!

E porque a minha hortense está muito linda e eu estou muito contente com isso...

Até breve!!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

351 páginas de Madrugada Suja em 24 horas!

Fiz outra maratona de leitura e consegui ler este livro de Miguel Sousa Tavares rapidamente!!

O autor usa uma linguagem sem floreados, mas que nos mantém agarrados à leitura de princípio ao fim.  Li algumas críticas que o consideravam menor que Equador e Rio das Flores e não sei se concordo, acho que não.

Não envolve a mesma contextualização histórica dos livros anteriores e os romances históricos são muito do meu agrado, por isso, na minha opinião, ficará aquém. Mas é um livro diferente, que não deixa de nos dar uma visão rápida do que foi a Reforma Agrária do pós 25 de Abril e a forma como o país viveu nas últimas décadas, entre subsídios da União Europeia mal geridos e o compadrio politico/económico. 

Encontrei frases no livro que era muito fácil imaginar o autor a dizê-las/escrevê-las sobre casos reais, quando faz comentários/artigos na comunicação social. Se tivéssemos que encontrar uma “moral da história”, esta estaria sem dúvida relacionada com o facto de os valores e o profissionalismo prevalecerem sobre a falta de honestidade comummente aceite.


Encontrei aqui uma entrevista do autor sobre o livro.
Deixo também a Sinopse que retirei daqui:

Sinopse
No princípio, há uma madrugada suja: uma noite de álcool de estudantes que acaba num pesadelo que vai perseguir os seus protagonistas durante anos. Depois, há uma aldeia do interior alentejano que se vai despovoando aos poucos, até restar apenas um avô e um neto. Filipe, o neto, parte para o mundo sem esquecer a sua aldeia e tudo o que lá aprendeu. As circunstâncias do seu trabalho levam-no a tropeçar num caso de corrupção política, que vai da base até ao topo. Ele enreda-se na trama, ao mesmo tempo que esta se confunde com o seu passado esquecido. Intercaladamente, e através de várias vozes narrativas, seguimos o destino dessa aldeia e em simultâneo o dos protagonistas daquela madrugada suja e daquela intriga política. Até que o final do dia e o raio verde venham pôr em ordem o caos aparente.

Enfim, continuo a preferir o Rio das Flores, mas “Madrugada Suja” não é menor, é diferente.
E agora vou focar-me no (muito) trabalho que me espera, mas com mais vontade. 
Até breve!!

domingo, 27 de abril de 2014

Em modo "leitura compulsiva"

Os últimos tempos têm sido pouco dados às linhas ou aos pincéis e muito ocupados com as leituras. 
A "O Homem de Constantinopla" seguiu-se o "O Amor nos Tempos de Cólera", como falei  aqui. E foi com muita tristeza que vi morrer o autor do livro que eu estava a ler, Gabriel Garcia Marquez. Foi, de facto, um autor extraordinário que nos deixou um legado verdadeiramente magnifico!!

Fiz uma pesquisazinha básica no Sr Google e encontrei uma pequena síntese desta obra  neste blog

"Um romance de realismo fantástico que fala sobre um amor sem barreiras num cenário de uma pequena cidade do Caribe em fins do século XIX. O amor de dois jovens e suas cartas transbordando de emoção e lirismo são interrompidas pelos preconceitos e hipocrisias da sociedade da época. Florentino Ariza jura amor eterno a Fermina Daza e mesmo quando sua amada casa-se com Juvenal Urbino, sua jura persiste e espera 53 anos, 7 meses e 11 dias, quando seu rival morre, para ter seu amor em seus braços.

Florentino Ariza se relaciona com diversas mulheres, mas nunca se envolve com nenhuma, para conservar-se livre para o momento que poderá ter seu verdadeiro amor. 
Constrói fortuna, mas não para si, sempre pensando no dia que conquistará o coração de Fermina Daza.

Um incrível e irresistível romance que trata do amor, da velhice e da morte. O sentimento que persiste em todas as fases da vida, que mesmo que esteja destinado a morte, se mantêm acesso enquanto a energia vital persistir. Com seu maravilhoso talento e seu estilo próprio de narração que insere o leitor num emaranhado de histórias sem nenhum tipo de sistematização, Gabriel Gárcia Marquez fala sobre o um amor que desabrocha quando mais nada se espera da vida e por isso mesmo torna-se tão intenso." Retirado de http://bomlergarciamarquez.blogspot.pt/2007/05/resumo-amor-nos-tempos-de-clera.html

E a seguir ao "Amor nos tempos de Cólera" li, "Doze contos peregrinos":

Imagem retirada de: http://www.fnac.pt/Doze-Contos-Peregrinos-Gabriel-Garcia-Marquez/a175812
 
Neste blog encontrei uma descrição da obra com a aqual não podia estar mais de acordo! 
Todos os contos relatam a história de latino-americanos que vieram à/ para a Europa. O meu conto preferido foi o "Maria dos Prazeres", a forma como uma prostituta de 76 anos prepara ao pormenor os aspetos práticos da sua morte e a sua relação com o seu cão. 

E o Senhor que se segue será Miguel Sousa Tavares, com a sua "Madrugada Suja". 


Deste autor, já li "Equador" e "Rio das Flores". Gostei muito de ambos os livros, mas a história e a contextualização geográfica do segundo faz-me preferi-lo. Vamos ver o que acho do terceiro livro!

Até breve!!






segunda-feira, 31 de março de 2014

"O Homem de Constantinopla"... já foi!!

A chuvinha de ontem à tarde foi propícia à leitura e consegui acabar "O Homem de Constantinopla", de José Rodrigues dos Santos.

Gostei bastante. Pelo contexto histórico/geográfico desta obra, foi-me menos apelativo que o "A Filha do Capitão" ou "O Anjo Branco", mas o balanço é amplamente positivo. 

José Rodrigues dos Santos continua a ser um dos meus escritores preferidos e achei a escolha de Kaloust Gulbenkian muito justa. Afinal devemos a este homem/ esta família um dos espaços mais interessantes da cidade de Lisboa e a edição de livros a preços mais baixos, fundamental para muitos estudantes. 

Sinopse
O Império Otomano desmorona-se e a minoria arménia é perseguida. Apanhada na voragem dos acontecimentos, a família Sarkisian refugia-se em Constantinopla. Apesar da tragédia que o rodeia, o pequeno Kaloust deixa-se encantar pela grande capital imperial e é ao atravessar o Bósforo que pela primeira vez formula a pergunta que havia de o perseguir a vida inteira:

"O que é a beleza?"

Cruzou-se com a mesma interrogação no rosto níveo da tímida Nunuphar, nos traços coloridos e vigorosos das telas de Rembrandt e na arquitectura complexa do traiçoeiro mundo dos negócios, arrastando-o para uma busca que fez dele o maior coleccionador de arte do seu tempo. 

Mas Kaloust foi mais longe do que isso.

Tornou-se o homem mais rico do planeta.
Inspirado em factos reais, O Homem de Constantinopla reproduz a extraordinária vida do misterioso arménio que mudou o mundo - e consagra definitivamente José Rodrigues dos Santos como autor maior das letras portuguesas e um dos grandes escritores contemporâneos. (Retirado  de http://www.wook.pt/ficha/o-homem-de-constantinopla/a/id/15236375)

A próxima leitura será:
(Retirado de http://www.fnac.pt/O-Amor-nos-Tempos-de-Colera-Gabriel-Garcia-Marquez/a572242)

Vamos ver, costumo gostar muito de Gabriel Garcia Marquez.
Até breve!!